A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) realiza nesta terça-feira (10), em um hotel no Centro do Rio, o leilão de 273 blocos exploratórios e 14 áreas com acumulações marginais em seis bacias sedimentares do país. Ao todo, 47 empresas se inscreveram para participar da disputa (veja abaixo a relação das empresas inscritas).

Esta é sessão pública do 1º Ciclo da Oferta Permanente, que consiste na oferta contínua de campos ofertados em licitações anteriores que não foram arrematados ou, então, que foram devolvidos à agência. Nesta sessão, são oferecidos 249 blocos exploratórios em terra e 24 blocos offshore, além das 14 áreas com acumulação marginal. Trata-se, também, do primeiro leilão da ANP sob o governo Bolsonaro – outros três estão previstos para acontecer este ano.

Os blocos ofertados estão distribuídos nas bacias Sergipe-Alagoas, Parnaíba, Potiguar e Recôncavo. A Bacia Potiguar é a que apresenta o maior número de áreas ofertadas – são 146 blocos exploratórios. Na Bacia do Recôncavo são 51 blocos, na Sergipe-Alagoas, 35, e a do Parnaíba conta com 17 áreas.

Já as áreas com acumulações marginais estão nas bacias Potiguar, Sergipe-Alagoas, Recôncavo e Espírito Santo. Segundo a ANP, são áreas inativas e abrangem a área de concessão com descobertas conhecidas de petróleo e/ou gás natural, mas onde não houve produção ou esta foi interrompida por falta de interesse econômico.

“As áreas são selecionadas em bacias sedimentares maduras, com finalidade de ampliar o conhecimento das bacias, oferecer oportunidades a pequenas e médias empresas e possibilitar a continuidade das atividades de exploração e produção nas regiões onde exercem importante papel socioeconômico”, destacou a ANP.