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Após alta do tratamento psiquiátrico, mulher flagrada com morador de rua no DF se pronuncia

Em uma foto ao lado do esposo, Sandra afirmou que não escolheu ser humilhada e ter a vida exposta e devastada, após sofrer um surto e manter relações sexuais com um morador de rua

28/04/2022 07h20
Por: Redação Fonte: metro1
Após alta do tratamento psiquiátrico, mulher flagrada com morador de rua no DF se pronuncia

Sandra Mara, 33 anos, esposa do personal trainer Eduardo Alves, se pronunciou nas redes sociais nesta quarta-feira, 27, pela primeira vez após ter recebido alta médica da unidade psiquiátrica onde esteve internada.

Ela foi flagrada pelo esposo tendo relações sexuais com o então morador de rua Givaldo Alves, 48, que virou subcelebridade após o caso.

Em uma foto ao lado do esposo, Sandra afirmou que não escolheu ter um surto, ser humilhada e ter a vida exposta e devastada.

Ela agradeceu às pessoas que saíram em sua defesa durante este período e afirmou que os dias após o ocorrido foram difíceis.

"Nunca me imaginei naquela situação. Eu me sinto profundamente dilacerada pelo ocorrido. Hoje eu tenho ciência de tudo o que foi dito enquanto eu estava internada e sendo cuidado por médicos, psicólogos e assistentes sociais, enfermeiros e outros profissionais", escreveu.

Ela afirmou ainda que foi vítima de chacotas e humilhações nas redes sociais e se sentiu ainda mais ofendida por ter sido atacada por outras mulheres que entenderam que ela merecia o pior.

"Fui tachada como uma mulher qualquer, uma mulher promiscua, uma mulher com fetiches, uma traidora. Então na condição onde estive eu sei que tinha legítimo direito de ser defendida. Agradeço ao meu esposo por tudo que ele fez por mim. Ele me defendeu durante e depois do ocorrido, pois sabe que em condições normais eu jamais teria permitido passar por aquilo. Agradeço também ao meu pai, minha madrasta, meus irmãos e amigos, que me acolheram e ajudaram o Eduardo e a Anna Laura. Sou profundamente grata aos profissionais que me ajudaram a compreender o que estava acontecendo quando eu já não tinha domínio da minha própria vida", continuou.

Ela frisou que levou o caso à justiça, pois não merecia ser tratada como uma qualquer nem ter sido usada como "objeto de prazer durante delírios e alucinações que confundiram minha mente e me colocaram num contexto nojento e sórdido".

"Sigo batalhando, um dia de cada vez para retornar a minha existência e vou conseguir porque Deus é maior e infinitamente bom", finalizou.

Após o caso, Givaldo, que foi agredido por Eduardo, passou três dias internado no Hospital Regional de Planaltina. Em seguida, foi encaminhado a um abrigo em Ceilândia.

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